Olá, leitores do forever jovem (provavelmente não existem mais).
Criei esse blog quando tinha o que, uns 10 anos? Hoje tenho 23 e curso medicina no interior do Rio de Janeiro. Que loucura! Nesse meio tempo tive meu primeiro namorado oficial, terminei com meu primeiro namorado oficial e tentei voltar com meu primeiro namorado oficial. Não deu certo, conheci outro que me ajudou a esquecer dele e estou no processo de não deixar que se torne um problema.
Eu mal me livrei de um e vou arrumar outro? Não, seria muita burrice.
Hoje fiquei pensando sobre como as vezes nós não somos o problema, e sim os outros. É isso mesmo, o problema não sou eu, é você!
Há um movimento de autoconhecimento que ocorre não sei desde quando a partir de não sei qual idade, que nos faz questionar nossas atitudes e sentimentos, a fim de entender o que de fato aconteceu, o que deu errado. Pelo menos eu, tenho a tendência a tentar me identificar como responsável pelas situações, um ato de humildade e autocrítica, mas... até onde isso é benéfico? Até onde me martirizar com a pergunta "onde eu errei" realmente vai resolver algo?
Algumas situações aconteceram na minha vida, situações nas quais eu realmente não tinha feito nada, mas fui sufocada pelos questionamentos. No final das contas, as pessoas tinham errado comigo e me puniam com o silêncio e a necessidade de perguntar "aconteceu alguma coisa?".
Sim, aconteceu.
Fulana não queria falar com você.
Ciclana tava estranha mesmo.
Se não querem resolver, por que eu teria que me desgastar? Uma tentativa basta, no máximo três. A terceira só é válida se... não, não tem um motivo exato.
Enfim, as pessoas vão pisar na bola e te fazer sentir mal por isso. É a vida. São as pessoas. Um hoponopono talvez alivie o surto.
Estou assistindo sex and the city, por isso o ímpeto de escrever, mesmo tendo prova de semiologia amanhã - precisando de pontos...
Até o próximo devaneio.